Acabo de receber uma ligação de um amigo com quem não conversava há algum tempo. Me conta da vida, dos planos na política, da sua recente e dolorosa separação, da sua inadaptabilidade de aprender a cortejar e namorar de novo... Me narra uma história com uma antiga ex-namorada. Me identifico.
Engraçado é que às vezes a gente só enxerga na história do outro aquilo que precisava enxergar na nossa própria. Lembrei de outra história e do sonho que eu tive.
Ex-namorados não viraram ex-namorados sem motivo. Por mais que o mundo gire, aquele movimento, aquela sensação, satisfação e insatisfação permanecem. Histórias não se rebobinam.
Já vi gente casando, descasando e recasando com a mesma pessoa. Não porque ficou diferente, mas porque aprendeu a aceitar os defeitos do outro. Eu não sei qual é o limite pra essa coisa toda. Mas não vou repetir que é preciso mesmo manter os pés no chão... Porque às vezes a gente precisa é da ousadia. Podem me chamar de inconstante.
Algumas histórias a gente precisa (re)viver nem que seja pra quebrar a cara de novo. Pra descobrir que os mesmos motivos permanecem e que a gente não quer nada daquilo... de novo. Mas vai saber?
É que no meu sonho, nossos estados eram o mesmo, o tempo não havia passado e deu vontade de ouvir de novo aquela voz. Deu vontade daquele bar, daquela festa, daquela dança. Meio na vontade de sentir de novo aquela paixão maluca, que me arrebatava, me movia, me levava adiante em ímpetos...
Engraçado é que às vezes a gente só enxerga na história do outro aquilo que precisava enxergar na nossa própria. Lembrei de outra história e do sonho que eu tive.
Ex-namorados não viraram ex-namorados sem motivo. Por mais que o mundo gire, aquele movimento, aquela sensação, satisfação e insatisfação permanecem. Histórias não se rebobinam.
Já vi gente casando, descasando e recasando com a mesma pessoa. Não porque ficou diferente, mas porque aprendeu a aceitar os defeitos do outro. Eu não sei qual é o limite pra essa coisa toda. Mas não vou repetir que é preciso mesmo manter os pés no chão... Porque às vezes a gente precisa é da ousadia. Podem me chamar de inconstante.
Algumas histórias a gente precisa (re)viver nem que seja pra quebrar a cara de novo. Pra descobrir que os mesmos motivos permanecem e que a gente não quer nada daquilo... de novo. Mas vai saber?
É que no meu sonho, nossos estados eram o mesmo, o tempo não havia passado e deu vontade de ouvir de novo aquela voz. Deu vontade daquele bar, daquela festa, daquela dança. Meio na vontade de sentir de novo aquela paixão maluca, que me arrebatava, me movia, me levava adiante em ímpetos...

Passando prá deixar os votos de um ótimo 2011, cheio de energias e coisas boas!
ResponderExcluirAbraços